Qualidade do vinho do Porto com o Tratado de Methuen

fachada da ramos pinto em gaia

O tratado serviu para evitar a degradação da qualidade do vinho do Porto, numa época em que era corrente a prática de toda a espécie de manigâncias sobre este importante produto. Passou a ser designado aqueles que produziam os melhores vinhos, conhecidos por “vinhos de feitoria”.

A revolução do Marques de Pombal contra a venda do vinho sem qualidade e ao copo nas tavernas…

Este tratado conferia condições preferências de acesso ao mercado britânico e a intenção do Marquês era bondosa. Evitar a degradação da qualidade do vinho do Porto, numa época em que era corrente a prática de toda a espécie de falsificação deste vinho especifico.

Em 1755, um terremoto de grandes proporções atingiu Lisboa resultando na destruição quase completa da cidade, especialmente na zona da Baixa, e atingindo ainda grande parte do litoral do Algarve e Setúbal. A administração portuguesa buscou modernizar alguns pontos da gestão, seja para suas colónias, seja para seus produtos internos. O Marquês de Pombal determinou imediatamente o controle estatal sobre o comércio do vinho do Porto, sob a forma de uma empresa, a Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro (mais tarde conhecida como a Real Companhia ou Companhia Velha), com o monopólio do comércio com a Inglaterra e o Brasil e da produção e venda de aguardente no norte de Portugal.

Com a criação da Real Companhia, o estado assumiu o Monopólio do comércio do Vinho do Porto e assim passou a controlar todo o seu circuito comercial, inclusivamente nos locais de consumo habituais – as tavernas.

Em 1757, fez-se a primeira classificação abrangente das vinhas do vinho do Porto (quase um século antes da semelhante classificação que se fez em Bordeaux).

Aqueles que produziam os melhores vinhos, conhecidos por “vinhos de feitoria”, foram autorizados a vender os seus vinhos para exportação e reclamar um preço mais elevado, enquanto os que fazem vinhos de qualidade mais modesta, chamados “vinhos de ramo”, ficavam restritos ao mercado interno.

outdoor da ramos pinto em gaia

Desta feita, a casa Ramos Pinto desde sempre apostou em qualidade nos seus vinhos e ate aos dias de hoje é conhecida exatamente por esta designação.

Provar um vinho imortal da casa Ramos Pinto é ter o privilegio de saborear o néctar de Baco num frenesim de doçura e força ao mesmo tempo que é aprender que alguns vinhos são realmente dos sonhos.

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